sábado, 19 de dezembro de 2009

Poesias de Álvaro de Campos (seguiindo a minha nova descoberta)

...dando continuação a minhas mais nova descoberta, algo que esta me fazendo ler novamente ao inves d eapenas tentar escrever...


quem sabe um dia eu consiga escrever pelo menos 1/3 do que ele consege.....




Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

...alivre arte de pensar e causar....

Nessas minhas andanças por sites na internet fiz uma descoberta de algo que realmente me chamou muito a atenção... Algo que despertou em mim um sentimento estranho e profundo que me fez muito bem....


...gostaria de compartilhar com os amantes de um bom texto, uma boa crônica ou um bom poema...


Tabacaria - Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim…
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno – não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente

Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,

Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.




Espero que tenham lido isso....
...me sinto bem melhor...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

...9 meses...

...embora o tempo passe a dor ainda predomina em meu peito.


Sei que essa dor nunca chegara a um fim, sei que tudo que ele fez por mim e pela minha mãe e minha irmã ficara marcado pra sempre em nossas vidas...

se um dia eu conseguir ser 1/3 do homem que ele foi...



...que tu estejas em paz por que aqui seguimos nossa batalha sempre acreditando em tudo aquilo que nos ensinou...



saudades eternas...







...meu pai um grande homem me ensinou como ser homem também...

sábado, 5 de dezembro de 2009

...não vale nada...

...bebado rouco e louco eu canto entre os carros...




...são tantas indas e vindas nessa vida, noites de insonia, dias de sono, manhas sem sol e noites sem lua... e quando acho que uma coisa é vejo e me dou conta que esta sendo novamente aquilo que é...


bebo a isso...
mas que posso fazer...
beberei mais ainda a isso...


...mais uma musica pra animar um fim de tarde...




...e mais

quer se enforcar, eu dou a corda....




...como uma pessoa me falou, não vale nada mesmo...

embora eu tambem não seja flor que se cheire...

eiheuehuehe

mas logo com.... ah vai se fude...







...bebemos a isso...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

...parem o mundo que eu quero descer...

...ÔôÔ maldita vida....

...palavras são palavras... não importa se são ditas, lidas, faladas ou repetidas... elas tem o seu poder e privilegiados são aqueles que tem o dom de saber quando e quais os momentos certos com a força e convicção de que ela podem, devem e serão digeridas, mesmo que tenham um alto preço a ser pago.

Queria eu poder ter condição de ter algumas das minhas mais singelas palavras sendo recebidas pelas pessoas, aquilo que digo e sempre repito, não quer ser entendido nem aceito apenas quero que respeitem minhas palavras e saibam que elas são frutos de meus pensamentos insignificantes e pequenos, tão insignificantes e pequenos que chegam ao ponto que minha própria cabeça é pequena demais para eles.

E eu aqui, continua a pensar, pensar, pensar sem sair do lugar.... Será que algum dia em algum lugar alguém estar pensado assim do mesmo modo que eu estou aqui agora... Sempre em busca de algo que na verdade nem eu mesmo sei ainda o que é... Será que isso é problema para alguém, pois sei muito bem que o simples fato de me questionar e questionar os outros sobre isso incomoda a muita gente, não apenas incomoda mas como incentiva a criticar me quando na verdade essas mesmas pessoas não sabem nem o que são ou o que realmente querem de suas vidas estúpidas, medíocres e sem sentido....

Pelo menos eu aqui no meu canto sei o que eu não quero da minha vida...



...continua....

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

...mais uma dose é claro que eu estou a fim...



...foto feita dia 02/12/09 as 3:45...


...palavras de um bebado lunatico....




A fuga
A noite cai e desce
A escuridão no céu prevalece
As estrelas tomam conta
E a lua cresce absoluta
Na noite fria
A lua é escura
A lua é nua
Na noite fria
Um coração
De uma alma que já não aguenta
Aquilo que a vida lhe condena
As estrelas fogem
E a lua some no céu
O sol brilha
É hora de voltar
E ter novamente que aguentar
A vida
Injusta,Ingrata
Que droga
Preciso tirar esta gravata
Que me sufoca
Preciso lutar
Mas até quando vou ter que esperar
E este dia
Parece que não passa
E eu ainda me sufocando com a gravata
E eu não aguento
Ficar aqui sonhando
Quero fugir pra longe
Pra lua
Paz,sossego,tranquilidade
Não é mais sonho
Realidade
No horizonte o sol desaparece
Anoitece
Olho para o céu
A lua me fascina
Me ilumina
O frio da noite
Só alimento o fogo do meu coração
E a gravata
Que a tarde me sufoca
De noite no chão
Ela descansa
A paz
As estrelas
A lua
Quero fugir pra longe
Pra lua
Meu Deus
Que loucura
Logo amanhece novamente
E a minha vida dura
Continua
continua......

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

...e assim caminha a humanidade....



...ando sem tempo e sem cabeça para escrever por aqui.. tantas coisas que mexem comigo me deixando louco..
ai esta novamente um texto antigo meu....

OS 3 PONTOS DE VISTA




Discurso de Um Sonhador

Posso estar eu sendo egoísta, neste momento acreditando que tudo aquilo que eu sonhei, imaginei para min não esta acontecendo. Posso estar errado acreditando que o mundo todo conspira contra minha pessoa. Mas não estou sendo nada disso. Estou eu aqui, ainda sonhado com aqueles velhos e felizes sonhos que tive há muito tempo. Sonhei, sonhei tanto que acabei por não acordar para tentar realizar os meus sonhos. Acabei vivendo a vida somente para sonhar, e não para realizar meus sonhos. Como todo e qualquer sonhador acabei sofrendo muito, pois cada vez que não se realizava eu me decepcionava e acabei por voltar ao meu mundo de fantasias e sonhos. Meu mundo encantado e cheio de fantasias, onde eu sempre podia fazer tudo aquilo que eu queria. Onde eu era sempre o melhor, o mais consagrado, o mais idolatrado, o mais querido e amado por todos, pena ser tudo um sonho. Sonhei tanto, que me esqueci da vida, de como era bom o gosto da vitória, da busca pelo sucesso, me preocupei tanto em sonhar que acabei morrendo e vivendo somente de sonhos. Sonhos são bons, sonhos nos fazem querer crescer e evoluir, mas jamais deixem seus sonhos tomarem conta de sua vida, pois eles podem acabar dominando sua vida e você pode acabar morrendo e ser lembrado apenas como o sonhador que nunca realizou um sonho. Sonhe alto, mas sempre com seus pés no chão.





Discurso de Um Apaixonado


Queria eu poder lhe dar a lua e as estrelas, queria poder lhe dar o sol, o céu azul, ser uma brisa suave que invade seu quarto nas noites quentes para lhe refrescar, ser seu cobertor nas noites frias, ser o sol que aquece sua alma toda vez que você se sente fraca e com medo da vida. Queria eu poder ser a rua por onde você passa, assim eu poderia todos os dias acompanhar seus passos, suas idas e vindas, estar sempre próximo de você. Quem dera eu poder ser sua cama, para toda noite poder ter você e ver você dormir sobre meus braços e no outro dia ainda estar ali para lhe ver acordar e lhe dar o primeiro bom dia. Queria ser a lua que ilumina suas noites na varando, onde você fica sentada lendo e esperando o amanhecer. Queria ser a primeira estrela no céu para lhe observar do alto, e estar sempre pronta para lhe guiar ao caminho da felicidade, ou poderia eu ser a ultima estrela da noite que estaria sempre esperando você ir dormir para dar sua bênção de boa noite. Pena eu não poder ser nada disso, pena não ter nada disso para lhe oferecer, tudo que posso ser é alguém que estará sempre contigo, alguém que estar ao seu lado para lhe dar um abraço apertado quando você precisar de conforto lhe dar um beijo quando você precisar de carinho, lhe dar calor quando estiver com frio, acompanhar você sempre que você precisar, fazer companhia sempre que você estiver só, acalmar e proteger você sempre que estiver com medo, dar a mão a cada vez que você tropeçar e cair, isso eu posso fazer, para isso eu estarei sempre pronto para lhe ajudar e principalmente eu estarei sempre pronto para te amar.




Discurso de Um Suicida


Estou eu aqui, desta vez para me despedir de vocês, prontos para entregar meu destino nas mãos do criador e pronto para pagar por todos os meus pecados. Neste momento crucial de minha existência eu decidi que nada mais vai me fazer sofre e nada mais vai me abalar. Cansei desta vida injusta que não vale nada, afinal de contas o que vale nesta vida. Talvez minha família, talvez meus amigos, talvez algum antigo amor, talvez alguns segundos de felicidades que tive com meus amigos, amores e parentes. Mas não sei mais, não acredito mais nisso, só acredito que somente o fim de minha existência possa me trazer a felicidade tanto sonhada. Felicidade que procurei encontrar durante muitos e muitos anos, mas não encontrei, e sempre acabei por encontrar a dor e a minha própria destruição. Quero agora apenas é pedir perdão ao meu senhor, pois somente ele é o senhor do meu destino, foi ele que me guiou e me guia pelas encruzilhadas da vida, é ele que pode decidir qual será meu caminho. Não o culpo por este fim, pois ele apenas me guiou pelo caminho da vida, mas as escolhas que fez fui eu. Fui eu que optei e escolhi todos meus destinos, tendo tudo em minhas mãos e ao mesmo tempo não tendo nada aprendi que por pequenas ações e pequenos contratempos eu me deixei levar pelas minhas fraquezas e graças a tudo isso aqui eu chego ao meu fim...







....e tenho dito...